mais magenta


tcc
Domingo - 23 Novembro, 2008, 3:16 pm
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“Quando eu tive que pensar num tema para o meu trabalho de conclusão de curso, mil idéias vieram à minha mente. É muito difícil para mim, geminiana, hiperativa e distraída, me manter num projeto por um ano. Então comecei a fazer um resumo mental do que foi minha vida até hoje – como eu consegui ficar quatro anos na faculdade, feito que eu achei que nunca seria possível? A resposta, achei olhando no espelho: sempre fiz as coisas com o coração. Estar no SENAC não foi diferente – eu sou assim e acabo falhando quando preciso pensar exclusivamente com a cabeça. Há de ter algo passional nessa vida. Então, meu projeto deveria ser extremamente passional, rodeado de amor, carinho e zelo.
Há alguns anos eu resolvi que queria aprender a costurar, mas não queria fazer moda. Eu queria sim ser designer, porém, costurar: ver o pedaço de pano se transformar em algo mais. E toda vez que eu terminava uma bolsa, era como ter um filho – todo aquele esforço valeu a pena.
Então, há mais de um ano atrás, vi minha mãe sorrir por comprar um pedaço de tecido, e vibrar ao fazer o seu primeiro “quadradinho”. Essa era ela, a pessoa responsável por jogar uma Dani Cruz no mundo, alegre com as coisas do coração. Não, ela não precisava fazer aquilo – ela escolheu fazer e encontrou alegria num pedaço de pano, seus “paninhos”, como ela mesma diz. Então pensei: é isso, exatamente isso, que eu quero fazer.
Decidi que criaríamos uma marca para que ela pudesse vender as coisas que fazia, um ateliê imaginário, que não existiria na vida real. Com o passar do ano, a marca ficando pronta, as coisas foram ficando mais palpáveis. E de repente esse projeto não era só meu – era meu e dela, e das pessoas ao nosso redor.
Hoje, Petipoá não é mais um sonho e sim uma realidade iminente. O projeto que começou porque eu amava ver os pedaços de tecidos se transformando em algo maior; porque eu achava que identidade visual era a única coisa que eu gostaria de fazer (pelo tempo que trabalhei na Sebastiany e fui extremamente feliz fazendo o que achei que era tudo o que gostava, antes de me enconrar no editorial, na Editora Abril); o que eu achei que era fácil (e no fim das contas não foi nada fácil); tudo isso se transformou em um projeto que não fica só no ano de 2008, mas pra minha vida inteira. Nesse ano, cresci em muitos aspectos – pessoais e profissionais – e acima de tudo cresci como designer ao realizar esse desejo que eu tinha de criar uma identidade visual inteira sozinha.
No fim, além de me sentir uma designer que deu um passo a mais no caminho em busca daquele sentimento de ser uma “profissional completa” (não era esse o objetivo de uma faculdade, afinal?), aprendi demais. Descobri coisas pesquisando sobre a história do patchwork, coisas sobre meu próprio país, que eu nem sabia. Criei uma paixão por desenhar tipos e fontes, meu novo vício – não há pedaço de papel perto de mim sem uma nova letra desenhada, e completar todos os caracteres da fonte da marca petipoá é meu projeto para o próximo ano. “

introdução do meu tcc.

:)



banca de tcc
Quarta-feira - 12 Novembro, 2008, 11:57 pm
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acho mega chato achar um post meu em outro blog, levemente (muito levemente) modificado, sem nenhum crédito. poxa, é legal que a pessoa admire o que eu escrevo, mas tomar pra si assim é muita falta de respeito. não vou nem linkar pra não dar ibope. já reclamei por lá e espero que se toque.

estou na correria com tcc e no trampo tambem, então não tem dado pra postar. sim, estou solteira DE NOVO. e a parte que eu mais gosto é quando eu me toco de que estou melhor assim. o bom é que isso tem acontecido cada vez mais rápido.

agora eu só quero mesmo é acabar esse tcc – e se o amor tiver que vir, que seja por alguém que mereça e me dê o amor que eu também mereço receber. não quero mais perda de tempo.



ah, a vida….
Segunda-feira - 3 Novembro, 2008, 4:35 pm
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aqui estou eu, tentando escrever algo com sentido antes que o rivotril faça efeito e se torne muito impossível digitar qualquer coisa.

hoje estou puta. brava, com raiva. tive minhas crises ultimamente e quem eu mais queria do meu lado, me deixou pra trás. é sempre assim. ‘você é linda, perfeita, gostosa, inteligente, mas não quero namorar agora’. então porque demorou QUATRO FUCKING MESES pra me avisar disso? pronto. desabafei. isso é tudo que vou falar disso, porque dói e me tira o sono, me fazendo tomar um remédio que eu odeio pra poder dormir em paz.

ultimamente minhas insônias têm sido acompanhadas de True Blood. quem não assistiu, tá perdendo muito. pra começar, é do mesmo criador de six feet under, que é FODA. a história, que eu chupinhei descaradamente do minhasérie, é : “numa nova era de evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. essa mudança, que aconteceu do dia para a noite, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético, fazendo com que os humanos deixassem de ser o seu prato principal. já os humanos ainda não se sentem totalmente seguros convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões (….) numa pequena cidade de Lousiana, Sookie, garçonete de um pequena lanchonete, tem o poder de ouvir os pensamentos das pessoas e não vê problemas na integração desses novos membros à sociedade, principalmente quando se trata de Bill Compton, um atraente vampiro de 173 anos de idade.”

ou seja. muito sotaque caipira da louisiana, um vampiro gostosérrimo que habita meus sonhos, o irmão burro mega gostoso da sookie, e meu personagem favorito: laffayette, uma bicha que é pedreiro de dia, cozinheiro do bar à noite e ainda passa droga. incluindo V, é sangue de vampiro, que quando tomado por humanos dizem que dá um babado FORTÉRRIMO. um clipezinho dele que eu achei no youtube.

além disso, a série tem a abertura com a música mais sexy ever que faz qualquer mocinha-pura-de-igreja-aleluia subir pelas paredes.